Com 0,729, Paraisópolis está classificado com IDH alto
Texto: Filipe Machado/ASCOM Prefeitura de Paraisópolis
Paraisópolis teve o seu índice de Desenvolvimento Humano Municipal (IDHM) classificado como “alto”. A pesquisa foi realizada pelo Programa das Nações Unidas para o Desenvolvimento (PNUD), Fundação João Pinheiro e Instituto de Pesquisa Econômica Aplicada (IPEA). O IDHM é resultado da avaliação de diversos fatores como demografia, saúde, longevidade, mortalidade, educação, renda, trabalho, entre outros. O índice varia de 0 a 1.
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Com o IDHM de 0,729, Paraisópolis é o 87º melhor município de Minas Gerais, á frente de 767 (89,92%) cidades do Estado, que possui 853 municípios. Em nível nacional, Paraisópolis está na 1.052ª posição, á frente de 4.514 (81,11%) cidades do Brasil, que possui 5.565 municípios.
Entre os anos de 1991 e 2010, Paraisópolis teve o seu IDHM aumentado em 50%, crescimento maior do que a média nacional (47,46%). Entre 2000 e 2010, o IDHM do município teve um aumento de 15,90%, passando de 0,629 para 0,729.
De acordo com a pesquisa, entre 2000 e 2010, a dimensão que mais aumentou em Paraisópolis foi a Educação, com crescimento de 0,186, seguido por Longevidade e Renda. A expectativa de vida ao nascer aumentou em 6,5 anos, passando de 69,9 anos, em 1991, para 76,1 anos, em 2010. Este número é maior que os índices de Minas Gerais e do Brasil, 75,3 e 73,9 anos, respectivamente. A mortalidade infantil em Paraisópolis reduziu em 33%, passando de 20,7% por mil nascidos vivos, em 2000, para 13,7 por mil nascidos vivos, em 2010.
Na Educação, a proporção de crianças de 5 a 6 anos, na escola, cresceu 51,71%, entre 2000 e 2010. No mesmo período, o número de crianças de 11 a 13 anos que frequenta os anos finais do ensino fundamental aumentou 18,22%, assim como a proporção de jovens com o ensino médio completo, 61,66%.
A pesquisa diz que a renda per capita média do paraisopolense aumentou 89,95%, entre 1991 e 2010. No período, o valor passou de R$ 311,99 para 592,61. A extrema pobreza (medida pela proporção de pessoas com renda domiciliar per capita inferior a R$ 70,00, em agosto de 2010) diminuiu de 6,47% em 2000 para 1,84% em 2010.
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