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Você sabe quando a Vigilância em Saúde deve utilizar o “fumacê”?

O fumacê é utilizado de acordo com os protocolos do Ministério da Saúde como uma medida emergencial, sendo aplicado apenas em áreas com casos suspeitos ou confirmados de dengue, zika ou chikungunya.

Essa estratégia tem como objetivo interromper a transmissão dessas doenças e evitar o uso indiscriminado do inseticida. A restrição também busca priorizar ações mais eficazes, como a eliminação de criadouros, além de reduzir os riscos ambientais e à saúde.

O uso excessivo do fumacê pode causar desequilíbrio ecológico, afetando animais, plantas e insetos benéficos, além de contaminar a água e os alimentos.

Além disso, o fumacê atua apenas sobre os mosquitos adultos em voo, não eliminando ovos ou larvas, o que torna essa medida apenas complementar ao controle dos focos do mosquito.

Outro problema das aplicações frequentes ou inadequadas é o desenvolvimento de resistência do Aedes aegypti ao inseticida, o que reduz a eficácia do produto e pode exigir doses maiores ou substâncias ainda mais tóxicas.

Por isso, a principal forma de prevenção continua sendo a colaboração da população, evitando água parada em recipientes, vasos de plantas e outros vasilhames, além do descarte correto do lixo.

Somente com a eliminação dos focos de criadouros do Aedes aegypti é possível controlar a infestação e reduzir a transmissão das doenças.

​Tem dúvidas? Entre em contato com a Vigilância em Saúde:
(35) 3651-1831 ou (35) 9 8428-3728

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