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Dívida do Estado de Minas com Paraisópolis ultrapassa os R$ 5 milhões

  • Fonte: Assessoria de Comunicação
  • Publicado em: 03/01/2019
  • Assunto: Governo

Atualizada em 07/01/2019

A dívida do Estado de Minas Gerais com Paraisópolis iniciou 2019 com um valor superior aos R$ 5 milhões. O montante preciso do débito é de R$ 5.303.963,82.

Entretanto, mesmo com o não repasse dessas verbas, o Executivo Municipal (Adm. 2017-2020) conseguiu administrar Paraisópolis e manter a prestação de serviços em setores fundamentais à população, como Saúde e Educação.

O Fundo de Manutenção e Desenvolvimento da Educação Básica e de Valorização dos Profissionais da Educação (Fundeb) é o item que mais pesa nessa balança. No total, as cifras são de R$ 2.030.260,68. Em seguida vem a Saúde Cosems, com R$ 1.852.732,45.

As diferenças do ICMS chegam a R$ 889.688,04, seguida pelos juros e correções do ICMS, no valor de R$ 219.890,46. Os juros e correções do FUNDEB chegam à casa de R$ 133.025,37.

A dívida junto ao transporte escolar soma R$ 97.200,00. Por último, aparece o Piso mineiro de Assistência Social, com o valor de R$ 81.166,80.

Entretanto, mesmo com a falta de repasses, o Executivo de Paraisópolis conseguiu administrar o município e manter serviços básicos à população como, por exemplo, saúde e educação. Além disso, os salários do funcionalismo estão em dia e o 13º foi acertado sem atrasos.

Com a posse do novo governador em 1º de janeiro, o Executivo de Paraisópolis renovou as esperanças de que o Estado coloque em dia esses vencimentos. Os valores são fundamentais para o funcionamento da Prefeitura, o pagamento dos servidores, além de investimentos em áreas básicas como Saúde e Educação.

Dívida bilionária

De acordo com o Jornal O Tempo, a dívida do Estado com os municípios mineiros, até 19 de dezembro de 2018, ultrapassava os R$ 11 bilhões.

Na quarta-feira (2), o governador Romeu Zema falou, em entrevista ao Bom Dia Minas, da Globo, sobre a situação das prefeituras mineiras. “Vale lembrar que nós temos prefeituras, principalmente na região nordeste do Estado, no Vale do Mucuri e Jequitinhonha, que estão atrasando o pagamento dos professores, há três, quatro meses, que estão sem receber. Então vamos ter que priorizar aquilo que é mais grave”.

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