Turismo e Lazer

 

Parque Ecológico do Brejo Grande - Pico do Machadão

Para quem gosta de natureza e se manter diretamente ligado a ela, o Parque Municipal Ecológico do Brejo Grande é o lugar perfeito. Já no caminho que leva até o cume onde ele fica, é possível se maravilhar com a diversidade natural presente por todos os lados. Saímos de Paraisópolis, pegamos a rodovia MG 173, na saída que vai para São Bento do Sapucaí, e logo adentramos uma estrada de terra que nos levará até o Parque. No caminho passamos pelos bairros rurais Ribeirão Vermelho, Serra dos Goulart e seguimos na direção oposta ao bairro dos Cochos. O bairro leva esse nome porque antigamente haviam muitas pequenas propriedades que mantinham seus cochos na beira da estrada, ficando conhecido assim como bairro dos Cochos.

São em média 12 km de tortuoso trajeto em estrada de terra até o local que fica a 1519 metros de altitude, porém o que nos aguarda ao final dela faz valer a pena... Ultrapassada a porteira, encontramos uma das mais altas represas do país se revela aos olhos dos visitantes. São 13 hectares de área repleto de água cristalina vindas de nascentes das várias montanhas que rodeiam o Parque que ali desembocam. A represa foi obra do então prefeito da cidade, que em 1964 pretendia fazer um reservatório para abastecer o município. A idéia era que o abastecimento fosse feito de forma natural, utilizando a gravidade, visto que a cidade é mais baixa do que as nascentes. Nesse caso a represa não teve inclinação suficiente e foram implantadas duas moto bombas que em períodos de grande estiagem, levam água para a cidade.

Às margens da represa, que chega a 23 metros de profundidade, a variedade de plantas, árvores e flores decoram o ambiente. São inúmeras araucárias e hortênsias ao redor do Parque que também abriga diversas espécies de animais, como cobras, onças, pacas, capivaras, tatus, macacos e muito mais. O local também tem um mascote, batizado carinhosamente de Chicão. Trata-se de um jacaré que foi apanhado na cidade e levado para o Parque, onde vive livremente. É comum ver o Chicão tomando sol na passarela de cimento que liga a margem até uma das bombas d’água existente na represa. O animal tem mais de 1,5 metros, já está a dois anos no local e nunca atacou ninguém. Aliás, ele se demonstra bastante tímido.

Outra atração do Parque é a Trilha do Córrego, dentro da mata. Essa trilha tem em média 2,5 km contorna toda a represa em meio às árvores e pássaros que ali vivem. Esse percurso já foi feito por estudantes que visitaram o Parque para ter um contato maior com a natureza e para entender o que é ensinado nas aulas de biologia.

O som relaxante das águas caindo dentro das matas, dão uma sensação de paz e tranquilidade. Os turistas que desejarem acampar no Parque para melhor desfrutar das belezas naturais e assim atingir harmonia com a natureza, poderão contar com uma casa de apoio que possui banheiro, fogão de lenha, pia e churrasqueira. No Parque é possível encontrar vários cestos de lixo para que os visitantes não joguem lixo no chão ou na represa, e conta ainda com um funcionário da Prefeitura que é responsável pela guarda do local.

 

PARQUE MUNICIPAL "MARIA BRAGA CABRAL"


A três quilômetros do CIT - Centro de Informações Turísticas - no bairro Ribeirão Vermelho, no local onde funcionou, por meio século, a hidrelétrica que fornecia energia para a cidade, hoje se encontra esse maravilho parque.
Construído na década de noventa, ao lado do Clube de Campo da cidade, possui uma cascata para se banhar, uma grande piscina e uma piscina para a criançada, além de quadras poliesportivas. Subindo por uma escada de 172 degraus, você tem uma vista panorâmica de todo o parque.
Lugar ideal para fazer churrasco com os amigos; jogar conversas fora; parada para uma boa leitura...

Do clube ao lado, já tradicional no mês de julho, tem início a Caminhada Poética, relembrando nosso saudoso Carlos Drummond.

 

Pedra da Santa Cruz

Atrativo natural de rara beleza. Na pedra foi feito o túnel para passagem do trem da antiga Rede Mineira de Viação.

Está localizada na estrada Paraisópolis - Brazópolis, antes da descida para o Bairro de Cruz Vera, na divisa entre os dois Municípios.

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

Cascata do Porto

Localizada no Bairro dos Martins, faz parte de um conjunto de cachoeiras lindíssimas, com possibilidade de banho e natação, mas é perigosa devido à correnteza e grande quantidade de pedras, principalmente nos períodos de cheia.

Pedra do Lagarto

Atrativo natural incluído em respeitados guias de alpinismo, muito procurado para escalada. Nesse local, todo ano, um Pelotão do Batalhão de Itajubá permanece por alguns dias fazendo treinamentos.

Localizado a 5 km do CIT - Centro de Informações Turísticas -  nas propriedades da "Fazendinha" pertencente à Empresa de Transportes Pituta, a uns trezentos metros do asfalto que liga Paraisópolis a São Bento do Sapucaí. 

PEDRA BRANCA

No quilômetro 15, da estrada que liga Paraisópolis ao Distrito dos Costas, deparamos como a "PEDRA BRANCA", com mais de 120 metros de extensão.
Situada entre os bairros dos Martins e Jacintos, esse ponto é ideal para prática de esportes radicais, como escaladas e rapel. Nos arredores podemos apreciar morros verdejantes com pequenas manchas de matas nativas preservadas. Ao lado da estrada, uma pequena capela dedicada a São Sebastião. No topo, local ideal para um Mirante.

 

DISTRITO DOS COSTAS

 

Na estrada que liga Paraisópolis a esse distrito,  o quilômetro trinta é o marco da chegada. É uma vila com excelente infraestrutura. Possui mini supermercado, escola, padaria, casa de material para construção, alguns botecos, campo de futebol, igreja, etc. L

ocalizado a 1600 m de altitude entre Monte Verde e Campos do Jordão, possui uma natureza belíssima!

Nos seus arredores, identificamos locais excelentes para se investir em pousadas. Por ali encontramos várias nascentes de água potável. Terra fértil. Matas preservadas, com flora e fauna diversificada e muita paisagem linda para serem desfrutadas. Sempre permeada com as exuberantes araucárias, algumas centenárias, nativas da região.
A nove quilômetros ao lado, está a cidade de GONÇALVES e pouco mais adiante a Pedra de São Domingos, ponto mais alto da região.

Atividades realizadas no atrativo: Escalada, hiking

Prédios Históricos

Paço Municipal:

Construído na década de vinte do século passado, momento em que o município gozou das benesses políticas, por possuir um Deputado Estadual, amicíssimo do Presidente do Estado e um Senador, ambos filhos de Paraisópolis.
É um pequeno prédio de duplo andar, majestoso, onde funciona a sede do Executivo. Várias salas distribuidas nos dois pavimentos, são ocupadas pelo Chefe do Executivo e pelos seus principais assessores, além do escritório da Secretaria de Planejamento e de Finanças.
No seu interior, está a galeria com fotos de todos os prefeitos que administraram nossa cidade. Hoje é patrimônio tombado desde 2004. 

Escola Municipal Bueno de Paiva:

Por volta de 1850, foi criada a primeira escola em nossa cidade. No início do século passado, um novo prédio foi construído para abrigar nossa escola.

Alegando que formigas haviam comprometido as fundações desse prédio recém-construído, elegante e imponente, em 1924 ordenaram sua demolição.

No local, foi então erguido o atual prédio que abriga a Escola Municipal "Bueno de Paiva". Essa escola foi instalada em 20 de setembro de 1910 e seu nome foi herdado de um de seus fundadores o Senador, Francisco Álvaro Bueno de Paiva, filho de Paraisópolis.

Esse prédio tornou-se um dos belos cartões postais de nossa cidade.

 

Igrejas e Praças

Busto de Monsenhor Dutra:

Busto em bronze de Monsenhor Dutra, que foi pároco em Paraisópolis, é considerado santo milagroso pela população da região.

Igreja Matriz:

A Igreja Matriz de São José está localizada na Praça Getúlio Vargas, no centro da cidade. Construída no inicio do século passado, inaugurada em 1910.

Todo seu interior foi restaurado recentemente, pela equipe do artista plástico Juarez de Oliveira, revelando as belas pinturas originais ali existentes.

O auge dos movimentos religiosos como as Filhas de Maria, a Liga Católica, Missões Religiosas, dentre outros, ocorreu na década de cinquenta e sessenta. Movimentos que reuniam centenas de pessoas de todas as idades, de toda a região.

É o principal centro de celebrações religiosas, como casamentos, batizados, crismas, o terço dos homens, adoração ao santíssimo.

O sino centenário em sua torre marca as horas com suas batidas

Igreja São Vicente de Paula:

Templo Religioso construído em meados de 1929, localizada no Asilo São Vicente de Paula.

IGREJA DE SANTA EDWIRGES

Dra. Terezinha, digníssima promotora pública, devota da santa, foi quem construiu essa igreja, na entrada do bairro Lava-pés. Inaugurada em junho de 2014. Estilo arquitetônico moderno, das igrejas do início do século XX.
Rica construção, com excelente infraestrutura para festas e comemorações. Local ideal também para elevar suas preces, pedir e agradecer pelas bênçãos recebidas.

 

Centro Cultural Amilcar de Castro

Patrimônio Histórico tombado pelo Decreto 922 de nove de março de 2002, é um pequeno prédio construído pela Rede Mineira de Viação, mantenedora da Estrada de Ferro que chegava até nossa cidade.

Esse prédio foi inaugurado em 1914, permanecendo como estação ferroviária de nossa cidade até 1964, quando o último trem partiu.

Por décadas, foi o símbolo do progresso de nossa região. Por ali chegavam todos os bens consumidos por toda a população da região e por ali se escoava nossa produção de café, fumo, feijão, arroz e muitos outros produtos.

Por ali passavam outros bens que enriqueceram a cultura de nosso povo e que transformaram os modus vivendis da população.

Por algum tempo, esse prédio abrigava o Museu de nossa cidade. Em 1987, foi transformado no Centro Cultural Amílcar de Castro, em homenagem ao artista escultor que nasceu em Paraisópolis.

Na inauguração do Centro, o Artista Amílcar de Castro esteve presente e doou um grande acervo de suas obras para nossa cidade.

No Centro Cultural, os visitantes podem conhecer uma das famosas obras de seu filho mais ilustre: uma Escultura em ferro cortada e dobrada com mais de dois metros de altura.  

PONTE DE FERRO


Estruturas vindas da Inglaterra, no início do século passado, unidas pelos seus mais de cinco mil rebites, sobre uma base de bloco de granitos, formam a centenária "Ponte de Ferro", sobre o rio Sapucaí Mirim, por onde passava a ferrovia da Companhia Sul Mineira de Viação, que chegava até Paraisópolis.
A Ponte de Ferro está tombada como Patrimônio Histórico do Município, pela Lei Municipal nº 1.867 de 04 de abril de 2002, aprovada em 09 de março de 2004 e Decreto Municipal nº 1.211 de 11 de março de 2004.
Constitui-se num belo cartão postal. Uma raridade merecidamente preservada. Marco de uma saudosa época.